quinta-feira, 22 de maio de 2014

SOLIDARIEDADE!

Ajuda a Sérvia

Para além do apoio monetário na Embaixada que podem consultar em; http://www.lisbon.mfa.gov.rs/por/, disponibilizamos a lista de bens necessários disponibilizada pela Cruz Vermelha da Sérvia:




- colchões

- colchas, cobertores

- roupa de cama

- beliches

- produtos de higiene (sabonete, escovas de dentes, pasta de dentes, papel higiénico, pensos higiénicos ...)

- fraldas para crianças e adultos

- botas de borracha

- antiséptico tipo Asepsol 5P para a desinfecção dos centros de acolhimento

- água engarrafada

- comida enlatada



segunda-feira, 11 de junho de 2012

quinta-feira, 3 de maio de 2012

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

"UE não pode exigir reconhecimento do Kosovo"

A União Europeia não tem o direito de pedir à Sérvia o reconhecimento do Kosovo por não possuir uma política comum sobre essa questão, mas o diálogo com Pristina deve prosseguir, disse em entrevista à Lusa o embaixador sérvio.

"Dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE), cinco [Espanha, Roménia, Eslováquia, Grécia e Chipre] não reconheceram o Kosovo. Assim, não existe uma política comum da UE em relação ao reconhecimento do Kosovo e na União ninguém pode, ou mesmo tem o direito, de nos pedir o reconhecimento do Kosovo", sublinhou o embaixador da Sérvia em Lisboa, Mirko Stefanovic.
O embaixador reagia às crescentes alegações de que Sérvia terá grandes dificuldades em aderir à UE sem o reconhecimento prévio da independência da sua antiga província com larga maioria de população albanesa, proclamada unilateralmente em 2008.
A cimeira europeia de 9 de Dezembro decidiu adiar para Março a eventual concessão do estatuto de candidato ao país, de novo dependente da "melhoria substancial" das relações com Pristina.
"Enquanto existirem Estados-membros da UE que não reconhecem a independência do Kosovo, como é possível pedir o mesmo a mais alguém? A Europa funciona por consenso e não existe consenso sobre o reconhecimento...", insiste.
O diálogo directo entre as duas partes foi retomado em Março e prossegue sob mediação da Comissão Europeia, mas diversos incidentes no norte do Kosovo em torno do controlo dos postos fronteiriços com a Sérvia, que envolveram soldados da força da NATO no terreno (Kfor), levaram a Alemanha e Áustria a manifestar reticências sobre a concessão a Belgrado do estatuto de candidato. O anúncio de um acordo sobre a disputa fronteiriça não foi suficiente para alterar as posições de Berlim ou Viena.
"A Sérvia não vai reconhecer a independência do Kosovo, porque o nosso governo responde à vontade da população. Quase 100 por cento da população não está interessada nessa decisão, queremos obter uma solução através do diálogo, essa é a nossa abordagem, que vai prosseguir", argumenta Stefanovic.
Perante este impasse, a estratégia de Belgrado consiste em prosseguir o diálogo directo com a liderança albanesa kosovar, um processo sobretudo destinado a "beneficiar" as populações locais, e resolver os problemas da região "pela via pacífica".
O representante diplomático sérvio reconhece que o Kosovo é um assunto complexo, incluindo na perspectiva jurídica, e que pode criar "muitos problemas". E recorda o último relatório da Comissão Europeia, onde se considera que a Sérvia "já preenche basicamente todas as condições" para obter o desejado estatuto.
Mas permanece o "problema adicional" do Kosovo, para além dos reflexos na região da crise da zona euro. Um relatório do Banco Mundial de meados de Novembro aponta a redução das trocas comerciais e investimentos directos estrangeiros, a possível retracção do crédito bancário e a diminuição da transferência de fundos da diáspora como os principais perigos para os Balcãs.
Desta forma, a estratégia de Belgrado mantém um duplo objectivo: prosseguir o diálogo com os albaneses kosovares "com base na resolução 1244 do Conselho de Segurança da ONU reconhece o território do Kosovo como parte da Sérvia", e fomentar a adesão de toda a região à União.
"Somos realistas, mas acreditamos que todos os países dos Balcãs ocidentais devem aderir à UE, e não apenas a Sérvia. Nesse sentido, saudamos a Croácia pelo seu sucesso [Bruxelas aprovou a adesão plena desta ex-república da Jugoslávia, vizinha da Sérvia, para Julho de 2013]. Queremos prosseguir a cooperação com a Croácia que possui a experiência que não possuímos e esperamos continuar a obter a sua ajuda no processo de aproximação à União", frisa o diplomata.
"Mas a nossa política é que todos os países dos Balcãs ocidentais devem aderir à EU", conclui Stefanovic.

Fonte: "DN".

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

FADO... EM BELGRADO!

É bem verdade, isto é um exemplo da Europa do entendimento dos povos, para além das "manobras financeiras" dos federalistas: um grupo de Belgrado adoptou a música portuguesa, e até a guitarra portuguesa, e, ainda que com um indisfarçável toque musical da Europa oriental, o certo é que, com excelente pronúncia, até fazem um brilharete! Vale a pena ouvir!




segunda-feira, 4 de julho de 2011

DE PARTIDA



Quase de partida encontra-se o Embaixador Dusko Lopandic e família após uma notável estada entre nós de quatro anos.

O nosso Presidente foi honrado com o convite para uma recepção em que a família se despediu de alguns amigos.

Ao Embaixador e família, no seu regresso a Belgrado, se desejam os maiores sucessos pessoais e profissionais.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Um Contributo

O último número da Lusíada. História (7 de 2010) inclui o artigo, "Subsídio para a história das relações bilaterais entre Portugal e a Sérvia" (pp. 443 - 473) da autoria do Presidente da nossa Associação.
Nele se analisam, com a certeza de que muito mais há a fazer, as relações consulares e diplomáticas e ainda a troca de condecorações. Uma abordagem que lança pistas que devem ser continuadas, nomedamente, nos arquivos sérvios onde se encontrarão informações complementares àquelas que se podem encontrar quer nos arquivos quer nas publicações oficais portuguesas.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A não perder hoje "O Diabo"

Entrevista com Sua Excelência o Embaixador da República da Sérvia em Portugal, Dusko Lopandic.

terça-feira, 27 de julho de 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

"Direito Internacional"

O Tribunal Internacional de Justiça declarou hoje, em Haia, que a declaração de independência do Kosovo, autoproclamada em Fevereiro de 2008, «não viola o direito internacional geral», apesar de não ter carácter vinculativo esta posição sem dúvida ajudará ao pedido de adesão da fantasia balcânica às Nações Unidas.
Até ao momento a “independência” do Kosovo foi somente reconhecida por 69 dos 192 membros da ONU.
Esta fabulosa decisão, que nos faz descrer ainda mais no dito “direito internacional” terá implicações certamente nos movimentos separatistas em todo o mundo… É só esperar…

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Um "país" chamado Kosovo


O deputado português José Pacheco Pereira, em visita nos Balcãs, publicou no seu blog o artigo do «Público» da semana passada, ao qual juntou várias fotografias. Apesar de não subscrevermos integralmente, consideramos que a sua opinião não-alinhada vale a pena ler e, por isso, aqui fica um excerto sobre o que escreveu relativamente ao Kosovo: "Em Pristina, o coração é albanês e, se não fosse parte do acordo que permitiu o acto de independência, seria à Albânia que se teria juntado o Kosovo do Sul. Mas, se o Kosovo é formalmente independente, reconhecido por 70 países, não o é por outros 70, nem pela ONU, com a oposição da Rússia, aliada da Sérvia. Mais, se o Kosovo é um país, então na parte do Kosovo do Norte, a partir de Mitrovica e envolvendo as províncias fronteiriças, quem manda é a Sérvia. Na cidade de Mitrovica está um retrato dos Balcãs: no Sul, flutuam bandeiras albanesas (mais do que do Kosovo) e, no Norte, passando a famosa ponte, estamos na Sérvia. As ruas estão pejadas de propaganda política das eleições sérvias, em que esta parte da cidade participa, as inscrições são em cirílico, fala-se servo-croata e não albanês. Não há mesquitas, só igrejas ortodoxas, incluindo uma nova em folha para substituir outra que foi destruída nos confrontos de há dez anos. O hospital e muitas das despesas da cidade são pagos por Belgrado. Ninguém paga um tostão de imposto ao Governo de Pristina, nem, aliás, a nenhum Governo, porque isto é o Faroeste, parece Deadwood. Não há polícia regular, há uma espécie de milícia sem uniforme que responde ao presidente da câmara e que ninguém controla. Só por curiosidade, há dois presidentes da mesma câmara, mas isso é uma rotina nos Balcãs. Nas ruas, manda quem tem mais força. Tudo quanto é ilegal encontra guarida no Norte do Kosovo: contrabando, drogas, tráfico de pessoas, cortes de madeira ilegais, roubo de propriedades, assassinatos. Por singular coincidência, os grupos criminosos que aqui actuam são multiétnicos, sérvios e albaneses em boa colaboração."

sábado, 12 de junho de 2010

Boa sorte!